Pelicano Coaching & PNL

artigos

Pelicano Consultores | WP

O teu foco está no objetivo ou no obstáculo?

Quantas vezes defines um objetivo para a tua vida pessoal, para a tua carreira, para as tuas relações e não consegues atingi-lo, ou te sabotas a ti mesmo e deixas para amanhã a sua realização?

O foco é fundamental na nossa vida e ajuda-nos a levar a cabo os projetos que queremos empreender.

Devemos manter os olhos virados para o nosso objetivo e não para os obstáculos que vão surgindo.

Se tivermos a perseverança de ter como prioridade o resultado que queremos atingir, as soluções surgem e os obstáculos são derrubados.

Precisas manter o foco?

Precisas de delinear uma estratégia?

Um processo de Coach individual ou profissional pode ajudar-te.

Vem falar connosco e dá o primeiro passo na tua mudança

#coach #lifecoach #businesscoach #objetivos #foco #raquelpelicano

Gratidão

“Quanto mais expressas a tua gratidão, mais terás de estar grato” – Zig Zagler

Nos últimos anos ganhei o gosto pela leitura.

E dos muitos livros que tenho tido o prazer de ler, destaca-se a palavra GRATIDÃO.

Quanto mais agradecemos o que temos, mais o universo nos dá.

Parece uma utopia, algo irreal, mas o que tenho sentido ao longo da minha vida é que assim é. E quanto mais grata estou, mais a vida me dá.

E tu? Que sentimento deixas fluir para o universo?

Deixa um comentário e faz um gosto.

Raquel Pelicano Coach&PNL

https://www.facebook.com/pelicanoconsultores/

Visita o nosso site: www.pelicanoconsultores.pt

#coaching #PNL #gratidão #raquelpelicano #universo #sentimento

Expetativas !!! Como as geres no teu dia a dia

De acordo com o nosso mapa mental, criamos expetativas nos mais variados contextos.

E perguntam vocês ….. o que é uma expetativa?

Palavra com origem no latim “Expectare” e que significa “Ação ou atitude de esperar por algo ou por alguém = Esperança”

E emocionalmente, o que é uma expetativa?

É algo ou um comportamento que de acordo com os nossos valores, as nossas crenças, os nossos filtros e experiências de vida, achamos que irá acontecer numa determinada situação.

Acreditamos que o resultado será e estará de acordo com o nosso “mapa do mundo”.

Todavia, e na grande maioria das vezes, isso não acontece, sendo o resultado muito diferente do que aquilo que esperamos.

E nesse momento, o nosso mundo desmorona-se e instalam-se as desilusões, a tristeza e a angustia.

Como então gerir as expetativas?

Só podemos controlar aquilo que é produzido, pensado e realizado por NÓS, pelo nosso SER, pelo nosso EU.

Não podemos controlar, comandar, o que é externo a Nós, os eventos, as atitudes, as respostas e comportamentos dos outros.

Que podemos então nós fazer face às nossas expetativas?

1.    Aceitar que apenas temos controlo sobre o que produzimos;

2.    Aceitar que o que é externo a nós pode ter uma “resposta” diferente da nossa e daquilo que expectamos;

3.    Se diferente da nossa, aceitar e não julgar, não catalogar a resposta;

4.    Aceitar que o “Outro” também tem o seu “mapa mental” e que é diferente do nosso;

5.    Sentir a emoção que gerou a expetativa defraudada;

6.    Aceitar o sentimento e deixa-lo ir (libertar)

Todos temos opções e escolhas

Agarramo-nos à desilusão ou avançamos na vida.

E tu? Que vais fazer da próxima vez que os resultados / respostas forem diferentes das tuas expetativas?

Raquel Pelicano – Coach&TrainerPNL

Sinais

 

Estávamos em Portugal no sec. XV, na cidade de Lisboa.

Vivia-se uma azáfama no cais.

Dois navios estavam a ser preparados para uma grande expedição.

Homens entravam e saiam, levando mantimentos e água potável, mantas e tecidos bordados. Era ver entrar barris de peixe e carne em salmoura que iriam alimentar os homens durante a longa viagem. Barris de sal eram empurrados pelos corredores até chegarem a um grande armazém que se situava no fundo, para ser mais fresco.

Os navios eram grandes e imponentes. Dois grandes mastros suportavam as velas. Um grande leme, sobressaia como se fosse ele o capitão.

As velas eram testadas para evitar acidentes. Eram brancas e feitas num tecido muito forte, capazes de fazer frente a qualquer a qualquer rajada de vento e tempestade.

Previa-se que estivessem quatro meses no mar.

Os homens preparavam-se para a grande viagem, com imenso entusiasmo. Sonhavam com o novo continente e com o que o futuro lhes reservava.

As mulheres, preparavam com grande carinho, as roupas e agasalhos dos seus amados e os seus corações iam ficando apertados com o dia da partida.

As crianças corriam, rua acima e rua abaixo, divertidas e felizes com tanta confusão que havia nas ruas junto ao cais.

Os pequenos comerciantes aproveitavam para vender a sua mercadoria, pois nestas alturas havia sempre muita gente.

Viam-se frutas e legumes frescos por todo o lado, homens e mulheres colocavam tecidos bem bordados por cima das bancas.

O burburinho andava por toda a parte.

Chegou o grande dia, o momento da despedida.

As mulheres agarravam-se aos seus maridos chorando, as mães despediam-se dos filhos, e as crianças, algumas sem compreender diziam adeus aos seus pais.

Os dois grandes navios levantaram âncora e as velas foram içadas. Lentamente começaram a afastar-se do cais.

Viam-se lenços brancos no ar, que abanavam em jeito de despedida, os murmúrios e os choros eram constantes, enquanto se via os navios já no meio do mar.

Com o tempo, as pessoas foram-se afastando, uma a uma.

Quando era apenas um ponto no horizonte, uma mulher rezava enquanto o seu filho brincava.

Meu Deus, guiai-os nesta grande viagem. Envia-lhes sinais para que não se percam na imensidão do oceano. Guiai-os Senhor”.

Já nos navios, os homens andavam atarefados. Iam de um lado para o outro, terminando alguns dos seus afazeres e tomando as suas posições nas grandes embarcações.

Na cabine do capitão, podíamos ver uma grande mesa e um cadeirão imponente.

Na sua mesa estavam as cartas marítimas, onde se via a rota bem traçada desde Lisboa até ao destino.

Já outros haviam percorrido os mesmos mares e vislumbrado aquelas terras tão distantes.

Enquanto uns tratavam de várias tarefas no navio, havia sempre alguém alerta e atento aos sinais e direções.

Seguiram o sol durante o dia e a sua posição e à noite as estrelas.

Através dos sinais iam percorrendo o seu caminho pelo oceano. Umas vezes vislumbravam a costa, outras vezes não viam nada.

Um dia veio uma tempestade, que trouxe o nevoeiro e grandes ondas.

Os homens gritavam: “baixem as velas, mantenham a calma

Estavam todos em estado de alerta.

Os navios mal se viam no meio das grandes vagas. A chuva fustigava fortemente e os seus corações encheram-se de medo. Só pediam que aquela tormenta passasse. A imagem das suas mulheres, mães e filhos enchiam a sua mente.

De repente, aquela mulher que rezava junto ao cais no dia da partida, sentiu um aperto no coração e pôs-se a rezar durante toda a noite.

Finalmente o dia amanheceu.

Não sabiam onde estavam. O nevoeiro cerrado, impedia-os de avançar, não conseguiam ver nada.

O capitão pegou nas suas cartas e começou a calcular a sua posição. Depois foi até ao convés para tentar orientar-se. Mas não sabia onde estava. Passaram-se alguns dias e o desespero começava a tomar conta dos homens.

Até, que o sol apareceu no céu azul.

O capitão procurou então encontrar sinais que o orientassem. Procurou aves a sobrevoar os céus ou cardumes típicos daquela época nas águas.

Não encontrava sinais, continuavam sem rumo.

Até que a noite chegou com o céu muito limpo e nele as estrelas brilhavam fortemente.

Foi ai, que o capitão viu a Ursa Maior e soube qual era o seu caminho e acertou a rota, e gritou: “Icem as velas, homens ao seu posto”…… e fizeram o seu caminho sempre guiados.

E foi assim que ao fim de cinco semanas, alguém grita: “Terra à vista, terra à vista”

….. E tinham chegado ao Brasil.

Finalmente os seus corações acalmaram, pois tinham terra por baixo dos seus pés.

No regresso a Lisboa mais uma aventura os esperava.

Muitas vezes, as nossas intuições, os nossos sinais guiam-nos e orientam-nos na vida.

Na época dos Descobrimentos Portugueses, aqueles homens confiavam nos seus sinais e deixavam-se guiar por mares e oceanos, muitas vezes inexplorados.

Têm a escolha de escutar os Vossos sinais ou de os deixar passar despercebidos ao longo do Vosso caminho que é a vida.

Raquel Pelicano Coach&TrainerPNL 

Pelicano Consultores

© 2018 | Pelicano Consultores, Lda